quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Zeitgeist

Este é um documentário que aborda principalmente dois temas: a religião e a política. É um bocado extenso (quase 2 horas) mas vale a pena. Vejam e pensem, não aceitem tudo o que vos é dito. Se, depois de o verem, vos apetecer discutir os assuntos, estou, obviamente, disponível ;)


http://www.zeitgeistmovie.com/

domingo, 27 de janeiro de 2008

2º semestre


É o horário do 2º semestre, não sei de salas nem de professores desculpem.
E já agora, se quiserem também saber o horário das optativas estam aqui.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Workshop em Goa

Como em altura de (pseudo) férias, ninguém deve perder tempo a visitar sites de professores (livrem-se de o fazerem!) divulga-se aqui. Já que há um workshop em Tarragona, porque não levar as crianças à India, pensaram eles! E pronto, levam mesmo...
Informações aqui ou se quiserem ir directamente à fonte, o primeiro do google está sempre de braços abertos.

domingo, 20 de janeiro de 2008

O Tempo dos Ciganos



Tempos dos Ciganos ganhou o prémio de Melhor Realizador em Cannes no ano de 1989.

É a forma de Kusturica contar ao mundo que a prostituição, a pobreza e a miséria são problemas da humanidade. Rir ainda é o melhor remédio.
«desde que minto não acredito em ninguém»
22 de Janeiro_ na Cinemateca_ 19:30

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

museus do séc. XXI


"Nos últimos anos, por todo o mundo têm sido construídos numerosos museus ou tem-se procedido a renovações ou expansões de outros. As tentativas de muitas instituições de integrarem a arquitectura contemporânea no programa dos seus museus coloca mais uma vez a questão sobre a forma e a função de um museu e, simultaneamente, a discussão sobre as relações entre a arquitectura (o espaço) e a arte (a exposição)."



_na CULTURGEST
(exposição e ciclo de conversas)

domingo, 23 de dezembro de 2007

Arqui Elfos

Temos notícias de última hora que informam que os Senhores Gigantes se tornaram bastante piqueninininhos. Estas informações dizem-nos que foram vistos duendes estranhos do Pai Natal na fábrica da Lapónia, a servirem-se das máquinas dos brinquedos para nos conceberem ideias e maquetes para projectos.

Aqui estão algumas imagens retiradas de um excerto onde se pode constatar a presença do Corbusinho, do Looloo, Mias, e do BemAlto numa dança de natal.







O registo completo dos Arqui Elfos em acção : http://www.elfyourself.com/?id=1743331660

Com esta imagem veio um pequeno postal onde é desejado um Feliz Natal e um próspero ano novo, com uma ajudinha particular dos novos ajudantes do Pai Natal.

Saudações Natalícias

Mias vem da Rua

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Caleidoscópio

Zéfiro;
diz que este fecundava as éguas de certa região da Lusitânia tornando os cavalos dessa zona invulgarmente velozes. Consta na Orla Marítima de Rúfio Festo Avieno.
Um outro dos mitos em que Zéfiro aparece mais proeminentemente é o de Jacinto, um belo e atlético príncipe espartano. Zéfiro enamorou-se de Jacinto e cortejou-o, tal como Apolo. Ambos competiram pelo seu amor, que veio a escolher Apolo, fazendo que Zéfiro enlouquecesse de ciúmes. Mais tarde, ao surpreendê-los praticando o lançamento do disco, Zéfiro soprou uma rajada de vento sobre eles, fazendo com que o disco golpeasse Jacinto na cabeça ao cair. Quando Jacinto morreu, Apolo criou a flor homónima com o seu sangue.
Zéfiro é também considerado uma brisa suave ou vento agradável, pois era o mais suave de todos os ventos tido por benfazejo, frutificante e mensageiro da Primavera.


'E se eu me tranformasse em peixe-lua?'


" Fim de verão, tórrido: estamos numa vila ribeirinha em frente de Lisboa, do outro lado do Tejo. E vamos atravessar a planície do sul da Península Ibérica, amarela, com as searas já ceifadas, onde vibram ao longe as casas brancas das cidades dentro de muralhas. Eternos campos de batalha entre Portugal e Espanha, mas que os personagens cruzam hoje sem já encontrar fronteiras. De Lisboa a Córdova, escura, moura, judia, rodeada por bairros miseráveis de ciganos. Depois de Córdova de novo até ao mar. E ao longo deste trajecto há um mundo de misticismo violento, de toureiros feridos, de mesquitas transformadas pela força em catedrais, de música áspera, de sangue. E um outro que rapidamente o vai asfixiando, mais violento ainda, de globalização selvagem, de chicana política, de mafias da urbanização. Para além disto o filme tem uma estrutura quase tradicional: as coisas "precipitam-se" durante um prólogo, três actos e um epílogo. (...)"
José Álvaro Morais